quinta-feira, 1 de outubro de 2009

"Fotografia" de uma molécula individual

Acima, a primeira imagem gerada de uma molécula individual, uma molécula orgânica chamada pentaceno. Abaixo, a estrutura teórica do pentaceno. [Imagem: IBM Research - Zurich]

Cientistas da IBM, em Zurique, produziram a primeira imagem da "anatomia" de uma molécula. Embora os mais poderosos microscópios já tenham conseguido fazer imagens de átomos individuais, que são muito menores, as moléculas são muito mais sensíveis e não existia até agora um equipamento capaz de "as fotografar" directamente.





O microscópio eletrónico cria uma espécie de "mapa topográfico" da molécula. A visualização directa, por meios ópticos, é impraticável porque a molécula é muito menor do que o comprimento de onda da luz visível. [Imagem: IBM Research - Zurich]

Retirado daqui

Petróleo e gás natural podem não ser fósseis


Teorias famosas

O Universo originou-se de uma descomunal explosão, conhecida como Big Bang. O petróleo e o gás natural são combustíveis fósseis. Estas são provavelmente as duas teorias científicas mais disseminadas, de maior conhecimento do público e algumas das que alcançaram maior sucesso em toda a história da ciência.

São tão populares que é fácil esquecer que são exactamente isto - teorias científicas, e não descrições de factos testemunhados pela história. Mesmo porque as duas oferecem explicações para eventos que se sucederam muito antes do surgimento do homem na Terra.

Teoria dos combustíveis fósseis

Segundo a teoria dos combustíveis fósseis, que é a mais aceite actualmente sobre a origem do petróleo e do gás natural, organismos vivos morreram, foram enterrados, comprimidos e aquecidos sob pesadas camadas de sedimentos na crosta terrestre, onde sofreram transformações químicas até originar o petróleo e o gás natural.

É com base nesta teoria que chamamos às principais fontes de energia do mundo moderno "combustíveis fósseis" - porque seriam resultado de restos modificados de seres vivos.

Teoria do petróleo abiótico

Muito menos disseminado é o facto de que esta não é a única teoria para explicar o surgimento do petróleo. Na verdade, esta teoria hegemónica vem sendo cada vez mais questionada por um grande número de cientistas, que defendem que o petróleo tem uma origem abiótica, ou abiogénica - sem relação com formas de vida.

Os defensores da teoria abiótica do petróleo têm inúmeros argumentos. Por exemplo, a inexistência de fenómenos geológicos que possam explicar o soterramento de grandes massas vivas, como florestas, que deveriam ser cobertas antes que tivessem tempo de se decompor totalmente ao ar livre, juntamente com a inconsistência das hipóteses de uma deposição do carbono livre na atmosfera no período jovem da Terra, quando suas temperaturas seriam muito altas.

A deposição lenta, como registada por todos os fósseis, não parece aplicar-se, uma vez que as camadas geológicas apresentam variações muito claras, o que permite a sua datação com bastante precisão. Já os depósitos petrolíferos praticamente não apresentam alterações químicas variáveis com a profundidade, tendo virtualmente a mesma assinatura biológica em toda a sua extensão.

Além disso, os organismos vivos têm mais de 90% de água e mesmo que a totalidade da sua massa sólida fosse convertida em petróleo não haveria como explicar a quantidade de petróleo que já foi extraída até hoje.

Outros fenómenos geológicos, para explicar uma eventual deposição quase "instantânea," deveriam ocorrer de forma disseminada - para explicar a grande distribuição das reservas petrolíferas ao longo do planeta - e em grande intensidade - suficiente para explicar os gigantescos volumes de petróleo já localizados e extraídos.



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Bactéria faz metais radioactivos ficarem inertes

A Dra. Judy Wall está desenvolvendo uma linhagem de bactérias capazes de transformar o urânio radioativo em uma substância inerte. [Imagem: MIZZOU magazine]


Contaminação duradoura

Materiais radioactivos, ainda que na forma de resíduos de baixíssima concentração, continuam a poluir o meio ambiente mesmo muito tempo depois das instalações onde eram manipulados, ou as minas de onde eram extraídos, terem terminado as suas atividades.

A descontaminação dessas áreas é uma tarefa extremamente cara, sendo feita apenas em casos muito graves. Na maioria das vezes, o local é simplesmente fechado e interditado o trânsito de pessoas.

Bactérias anti-radiação

Essa situação agora pode começar a mudar, graças ao trabalho da bioquímica Judy Wall, da Universidade do Missouri, nos Estados Unidos.

Trabalhando na mina Órfão Perdido, na região do Grand Canyon, a Dra. Wall está a utilizar bactérias redutoras de sulfato para converter os metais radioactivos tóxicos em substâncias inertes. O processo, quando totalmente desenvolvido, será muito mais barato, seguro e confiável do que as opções actuais.

Informação retirada daqui.

Sonda espacial indiana encontra água na Lua

Uma pequena cratera da Lua vista pelo equipamento M3. À direita, a distribuição dos minerais ricos em água aparecem coloridos em azul. [Imagem: ISRO/NASA/JPL-Caltech/USGS/Brown Univ.]

Usando dados de um instrumento da NASA a bordo de uma sonda espacial indiana, cientistas descobriram moléculas de água nas regiões polares da Lua.

As observações foram feitas pelo instrumento Moon Mineralogy Mapper, ou M3, a bordo da sonda espacial indiana Chandrayaan-1, que deixou de funcionar há algumas semanas. As sondas Cassini e Epoxi, da NASA, confirmaram o achado.
Mais informação aqui.

Gripe A - trabalhos realizados por alunos do 7ºB

Realizado por Ana Branquinho





Trabalho realizado por: Ana Patrícia







Trabalho realizado por Vânia Alexandra


Trabalho realizado pela Inês Mota e Marta Paiva



Parabéns à Andreia Fonseca do 7ºD

Pamelia Kurstin: música intocável (conferência TED)


Numa conferência TED (Fevereiro 2002) Pamelia Kurstin toca theremin, o famoso instrumento electrónico que é tocado sem necessitar de contacto, fazendo algumas referências à sua história e funcionamento. Um instrumento da pré-história da música electrónica que consegue transmitir uma estranha magia.O acompanhamento é feito pelo pianista Makoto Ozone. - daqui




O ciclo da água

Dia Mundial da Água - Dia Mundial da música

Hoje é dia mundial da água e da música

Carta Europeia da Água







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Texto original e integral da Carta Europeia da Água - AQUI