sábado, 28 de março de 2009

Nasa lançou sonda para procurar planetas habitáveis





A Nasa, agência espacial americana, lançou a sonda Kepler, que vai procurar planetas fora do Sistema Solar que sejam semelhantes à Terra e possam sustentar a vida.

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Galáxia tem bilhões de planetas como a Terra, diz cientista



"A galáxia tem pelo menos 100 biliões de planetas semelhantes à Terra ..."
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Cientistas encontram pedaços de meteorito rastreado antes de cair na Terra



Cientistas americanos recolheram, pela primeira vez, destroços de um meteorito que havia sido detectado antes de cair na Terra, segundo um estudo publicado na revista científica Nature.

Cerca de 50 fragmentos do asteroide 2008 TC3 foram recolhidos do deserto da Núbia, no Sudão, onde caíram em outubro do ano passado.

Cientistas acreditam que a descoberta oferece uma oportunidade única de analisar a rota do asteroide e seus componentes.

O meteorito do tamanho de um carro foi detectado por astrônomos da Universidade Estadual do Arizona em outubro do ano passado.

O corpo celeste foi acompanhado por telescópios em volta da Terra até se desintregar na atmosfera terrestre acima do do Sudão.

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Asteróide previsto e visto

Há quem prefira enfiar os olhos na areia e ignorar os perigos que o cercam. De acordo com um grupo notável de geólogos, engenheiros e outros especialistas que recentemente escreveram o livro 'Sismos e Edifícios', é isso que se passa entre nós no que respeita aos perigos do terramoto que inevitavelmente assolará Lisboa num futuro incerto. A obra, coordenada por Mário Lopes, acaba de sair com a chancela da Orion. Nela se tratam temas variados relacionados com os sismos e com o que pode ser feito para minorar os seus efeitos sobre as construções e as vidas. É uma obra de especialistas, mas escrita para todos.
O alerta dos sismólogos passa despercebido entre muitos. Não porque o perigo seja desprezável, mas porque a sua pouca probabilidade imediata convida à inconsciência. O mesmo se passa com um evento catastrófico que quase inevitavelmente assolará o planeta num futuro ainda mais incerto: a queda de um meteorito que poderá provocar um cataclismo semelhante ao que, há 65 milhões de anos, levou à extinção dos dinossauros. A possibilidade de evitar este cataclismo destruindo o objecto no espaço tem seduzido Hollywood. Mas, tal como acontece com muita ficção científica, esse cenário de resistência pode vir a tornar-se realidade. Para isso são necessárias várias coisas. Entre as quais, a detecção atempada da ameaça.
Visualizar um meteorito em rota de colisão com a Terra é muito difícil. O espaço interplanetário é vasto e as ameaças estão espalhadas. Esta semana, no entanto, chegou-nos uma boa notícia. No domingo passado, um telescópio da Universidade do Arizona detectou um pequeno e distante reflexo movendo-se no espaço. Logo de seguida, astrónomos profissionais e amadores observaram-no com mais cuidado. Após juntarem um total de 25 observações, calcularam com precisão a órbita do que se veio a perceber ser um pequeno asteróide que se dirigia para o nosso planeta.
Giovanni Sosterno e outros astrónomos italianos conseguiram fotografá-lo quando estava a meio caminho entre a Terra e a Lua. Percebeu-se que tinha cerca de três metros de diâmetro e que iria atingir a nossa atmosfera obliquamente sobre o Sudão. Não iria constituir uma ameaça, pois destruir-se-ia pelo atrito na atmosfera. O que se esperou foi uma bola de fogo, um meteoro muito mais luminoso que o habitual. Segunda-feira às 14h59, o Observatório Smithsonian, em Harvard, anunciou que se esperava a entrada do asteróide na atmosfera pelas 2h46 da noite de segunda para terça e divulgou o local do impacto.
No momento previsto, detectou-se por ultra-sons a explosão do meteoro na atmosfera. A bordo de um avião conseguiu-se visualizar um rasto luminoso. No entanto, sendo a zona de impacto muito deserta, não se conseguiram confirmações locais.
É a primeira vez na história que se consegue visualizar no espaço um objecto extraterrestre em direcção à nossa atmosfera. Tudo isto pode ter passado despercebido nos noticiários. Mas é uma notícia histórica.

Nuno Crato no Passeio Aleatório

8:00 Segunda-feira, 13 de Out de 2008

sexta-feira, 27 de março de 2009

O dia e a noite



vídeo sugerido pela Catarina e pela Joana Ferreira - 7ºF

Simulação de um voo sobre o Sol

Repare que não há qualquer som!!

Um erro comum : consegue encontrá-lo?


O ano de 2009 vai ser o Ano Internacional da Astronomia e esta notícia apresenta o início de uma actividade de inegável valor histórico, mas a dada altura aparece um dos erros mais comuns quando se fala de Astronomia. Qual será esse erro?
"São Tomé e Príncipe palco das celebrações do ano internacional da astronomiaFoi na ilha do Príncipe, mais concretamente na roça Sundy, onde dois cientistas britânicos comprovaram em 1919, a teoria da relatividade. A história vai repetir-se em 2009. Richard Ellis, cientista da Universidade britânica de Oxford, esteve na ilha do Príncipe na companhia de uma colega, para rever o local onde em 1919 foi o centro do eclipse solar. Momento que permitiu aos seus dois conterrâneos provar a teoria da relatividade. Prometem regressar no próximo ano para mais um exercício científico, e contam com o apoio do Chefe de Estado, Fradique de Menezes.No próximo ano, a experiência científica que provou a teoria da relatividade, completa 90 anos. Príncipe foi o berço da comprovação científica.Por isso mesmo, a equipa de cientistas da universidade de Oxford, que se reuniu com o Presidente da República Fradique de Menezes, propõe a realização das festividades do ano internacional da astronomia no arquipélago que teve importância científica apesar dos seus filhos não terem sabido tirar proveitos de tal facto histórico. «Vamos fazer com que este evento seja internacional. Vamos convidar astrólogos internacionais para estarem aqui presentes. Vai ser nos finais de Maio, no dia 29 de Maio», explicou o Presidente da República.O significado da teoria da relatividade e a sua importância científica são temas que vão marcar as celebrações dos 90 anos de uma comprovação científica que colocou a ilha do Príncipe nas páginas ciência."
Abel Veiga
Fonte: Téla nón

Enigma 1

Um discípulo num mosteiro perdido no meio dos Himalaias achava que devia progredir para um nível superior. Achava que o Mestre não tinha suficiente consideração pelo seu esforço e por todo o trabalho desenvolvido.Foi ter com o Mestre e explicou-lhe o seu ponto de vista. O Mestre ouviu com atenção, parou para meditar e disse:
-Responde a esta questão e serás elevado a Monge:
Qual é o número que se segue na progressão: 1, 2, 6, 42, 1806, ...?
Que resposta deverá dar o discípulo?


roubado aqui

Mais um blog interessante

A não perder!!!
p.s.: vai passar para a barra lateral, assim que haja um tempinho:))

Exercício - movimentos da Terra


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